Aulas iniciando… Saiba como podemos ajudar seu filho! Por Ana Braga / Administradora do blog

As aulas já vão começar e  as coisas entram numa rotina mais puxada, não e mesmo!?

Muitos pais acham importante ficar ao lado do filho na hora de estudar. Mas as vezes é difícil saber até onde podemos ajudar. Não é mesmo!

Acredito que “cautela” é a palavra-chave nessa hora. Pois cada criança tem um ritmo e ir com cobranças demasiadas acaba por desestimular a criança ao estudo.

Darmos suporte a nossos filhos, dando apoio quando houver dúvidas não assumindo a responsabilidade, sem sombra de dúvida é mais coerente.  Pois alguns pais através de sua ansiedade acaba por fazer as tarefas dos filhos ou mesmo transformando em martírio as lições de casa. Não podemos esquecermos que a cada degrau da vida temos alguns desafios que é adequado a cada etapa de nossas vidas e ao ajudarmos demais ou subestima-los podemos gerar insegurança e baixa auto estima em nosso filhos.

Para facilitar essa tarefa que é árdua eu sei, afinal sou avó, vou colocar alguns tópicos que acredito que acho interessante para ajudar vocês mãezinhas!

– Para facilitar seu dia a dia defina uma rotina de estudos diário, assim tudo fica preestabelecido sem estresse e a criança se acostuma e se senti segura.

– Demonstre interesse, perguntando como foi seu dia na escola, como ela se sente com o professor, amigos e a respeito de suas lições. Assim você criara mais laços com seu filho.

– Não castiguem seus filhos se alguma coisa não for bem, castigos morais e físicos só deixam a criança mais insegura. Converse com ele a respeito e também com o professor a respeito da dificuldade e juntos vejam qual a melhor solução.

– Mantenha contato com a escola, comparecendo nas reuniões e ficando atentos a agenda escolar.

Acredito que assim vocês terão um segundo semestre tranquilo, leve e feliz. Desafios teremos sempre mas, muitas conquistas também.modaestilo-52

Como lidar com as mentiras que nossos filhos ou netos falam?!

Quem nunca disse ou pregou alguma mentirinha quando pequeno?! Ou por estar coagido,  por ter vergonha de algo ou mesmo fazer algo errado e contarmos uma mentira? Afinal já fomos crianças também não é mesmo? E hoje já sou noninha , então já passei por muitas crianças ….
Apesar de fazer parte do aprendizado, mentiras são, em sua maioria, rotas de fuga ineficientes. Quando os pais e amiguinhos descobrem, os pequenos podem ficar super constrangidos. Então corrigi-los com afeto é primordial para a criança se tornar um adulto forte e correto.

 O que precisamos ficarmos alerta é se existe algum motivo da criança mentir , pois nem sempre é de proposito que o faça. Pois quando muito pequenos, pode haver o impulso de inventar histórias. Acostumadas com contos de fadas cheios de feitiços e dragões, a linha entre a fantasia e a realidade fica bem tênue .Mas calma, isso passa!

Independentemente da faixa etária, é importante saber que dizer que a criança é mentirosa deve ser evitado,pois a realidade e fantasia se misturam. Então nada de dizer que a criança é mentirosa, pois sugere que ela nunca mudará.  No entanto, quando a criança mente é importante manter uma postura aberta para abordar a situação. Gritar com a criança corta o diálogo, o comportamento autoritário e rígido pode distanciará ainda mais as crianças fechando a porta para a conversa positivo. Mostre para ela de forma que ela entenda as consequências da mentira para os outros e para si mesma. Isso pode ser feito a partir de exemplos comuns do cotidiano  dela, para que se aproxime de sua realidade. É importante também ensiná-la a se responsabilizar por suas atitudes.  Uma outra coisa importantíssima é estarmos atentos  se contamos pequenas mentiras a elas, para que o ato não seja naturalizado. Afinal o exemplo pode vir de cima!

Com carinho e dedicação resolveremos essa questão facilmente!

Beijinho a todos!

A minha mãe disse para eu “comer” o livro… Quando o estudo se transforma em castigo.Por Juliana Filleti S. Mellega/ Psicopedagoga Clínica

Menininho brilhante, cheio de energia e muito bom humor… Distraído, brincalhão, gosta de conversar sobre diversos assuntos e, por este motivo, deixa a desejar em seu rendimento pedagógico. Em casa, sente a necessidade de brincar, falar, fazer uma das coisas que mais gosta: jogar videogame! Até então, tudo certo… E quando chega a hora de estudar, eis a questão: cadê o menininho alegre e brincalhão que havia ali?

Acho que muitos pais reconhecerão o perfil apresentado acima. Algumas crianças amam aprender, mas quando o assunto é “estudar”, o cenário se modifica e tudo parece ficar tenso e nebuloso. A família tenta um pouco de tudo: busca profissionais para orientá-la, organiza um cantinho especial para estudo, propicia um ambiente tranquilo, compra livros… Enfim, inúmeras atitudes que parecem em vão!

E assim, surge a minha questão: por que alguns alunos brilhantes “odeiam” fazer tarefa e estudar?

É comum atendermos no consultório crianças e adolescentes que, apesar de toda facilidade em aprender, não conseguem bons resultados na escola. Bom, vou contar à vocês um caso interessante que, talvez, possa ajudar muitas famílias a compreender este contexto e analisar as situações pelas quais vivenciam diariamente.

Paulo – pseudônimo – era uma criança agitada e, segundo relatos da mãe, “manhosa”. Sempre chorou para entrar na escola, porém, demonstrava facilidade para aprender e assimilar os conteúdos. Foi crescendo e, como o comportamento necessitava de algumas melhorias, a família atribuiu todo o “peso” aos estudos. Foi assim que Paulo se tornou um menino avesso aos assuntos relacionados à escola. Não participava de aniversários porque deveria estudar… Perdeu o videogame porque deveria estudar… Não brincava com os vizinhos porque deveria estudar… E assim, o ato de estudar tornou-se seu pior pesadelo.

Uma história fictícia que ilustra muitos casos. Nós, adultos, muitas vezes colocamos o ato de estudar como “castigo” e, sem maiores intenções, transformamos toda a sede de aprender em terríveis traumas relacionados aos estudos. Para fecharmos esta reflexão eu lhes convido a observar como as crianças reagem diante de qualquer momento de aprendizagem: bicicleta, um jogo novo, um filme, a confecção de um material artesanal, a produção de um bolo… Eu posso garantir que, todos nós gostamos de aprender coisas novas, entretanto, precisamos de motivação. Uma dica: demonstre interesse pelos conteúdos, materiais e tudo o que engloba o universo escolar. Espere um tempo e terá em mãos um novo potencial: um aluno brilhante que se alimenta satisfatoriamente com tudo o que o universo lhe proporciona.

(Assessoria e correção do texto – Profa Luciane Maceu)

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