O desenho da criança: você sabia que o desenho evolui junto com a escrita?Por Juliana Filleti S. Mellega/ Psicopedagoga Clínica

A criança faz um desenho e pergunta: “Pai… mãe, gostaram do meu desenho?” Os pais, muitas vezes, com o intuito de mostrar a realidade, falam das cores, das formas (um cavalo azul e com asas, por exemplo), realçando conceitos que, por acreditarem na forma como foram ensinados, as intervenções realistas serão sempre necessárias.

Apesar da boa intenção, passamos a inibir as produções de nossas crianças, pois, ao representar o mundo da forma como consegue se expressar, a criança passará por um processo de aprendizagem, da mesma forma que acontece com a escrita. Para ser alfabetizada, primeiramente, a criança conhece as letras, seus sons e após ter se apropriado do alfabeto, começa a produzir as palavras, frases e textos. Você sabia que o desenho evolui junto com a escrita?

Quando pequenas, as crianças fazem “rabiscos” e nos mostram as suas ideias. Ao perceber que são “apenas rabiscos”, devemos pedir que elas nos contem sobre seus desenhos ao invés de “adivinharmos” e criticarmos sua criatividade e consequentemente a falta de relação com a realidade.

Com os estímulos, as crianças passam a dar forma para seus “rabiscos” e, assim, as figuras tomam seus significados. Aprender a desenhar parece algo simples, mas a evolução cognitiva se faz necessária para que isso aconteça. Na clínica, sempre utilizamos o desenho como parâmetro de desenvolvimento, aliás, existem muitos livros relacionados ao tema. Por este motivo, devemos observar os desenhos das crianças com muita atenção. Uma criança que, por exemplo, aos 6 anos não consegue fazer desenhos de figuras simples, como pessoas, árvores, casinhas, sol e nuvens, talvez apresente dificuldades para se alfabetizar. Na dúvida, procure um profissional da Psicopedagogia para obter as orientações a respeito do assunto.

Até a próxima! Curtam cada fase dos pequenos!

Psicopedagoga Clínica

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“Reflexões Pascais! Já chegou Sr. Coelhinho?” Por Acenildes Uliani / “O mundo de Gigi!

Como o tempo voa neh? Outro dia mesmo era Carnaval e já estamos à espera do “Sr. Coelho da Páscoa”! Que velocidade é essa ? Alguém pára o relógio, por favor??

Não Cê!Não dá para pararmos o tempo!! A Páscoa se aproxima e para cada família o significado é único, diferente e especial! Mas como explicar tudo isso para nossas crianças? Em se tratando “de” e “com” crianças, a melhor opção sempre é a verdade e de modo bastante simples.

Páscoa , tempo de renascimento!Renovar nossa fé! Tirar o foco do “chocolate” , do consumismo e abrir os olhos para tudo que está por trás dessa data, afinal o sentido cristão da Páscoa cita a morte e a ressureição de Cristo!

Você pode pensar assim:

– Nossa, falar disso com as crianças? Mostrar esse sofrimento todo? Como?

De um jeito simples, direto , aproveitando cada momento para estar junto e ensinar algo desde o consumismo, até chegar a religiosidade que cerca a data, chegar em Jesus, no renascer, que é a mensagem principal. Tradições, costumes são perpetuados dessa forma, de geração em geração, de família em família, de história em história.Foque no importante!Foco no amor que traz a data!Independente da religião, direcione todos os fatos no amor de Deus e na preservação da vida!

Gigi me ensinou a importância de refletir quando estava na educação Infantil,na classe da querida professora Daniela Carrara (carinhosamente chamada de Dani “Calala” na época) acho que uns 4…quase 5 anos , ela observou todo o movimento na escola próximo da data e eu, sabendo que essa semana é intensa e querendo instigar pra saber até onde ela havia prestado atenção, perguntei:

-Gigi, sabia que ouvi falar que o Coelho da Páscoa vai passar amanhã no nosso colégio?

Tranquilamente me olhou respondendo:

-Eu já sei mãe, a Dani já conversou disso!

-Então, mas eu soube que a Maritê, da Pastoral, vai passar o filminho de Páscoa para os alunos assistirem!Acho que seja esse que nós assistimos juntas em casa!(Coincidentemente eu havia recentemente visto e mostrado a Paixão de Cristo encenada com crianças para ela )

Ela me olhou com expressão de tristeza e disse:

-Ah ,mamãe…esse filminho? Então eu vou chorar na classe!

-Não tem problema Gi, é emocionante mesmo, você pode chorar se sentir vontade!

De repente ela muda de conversa e diz:

-Sabe mãe, que no Infantil 2 , na Dani “Mola” (Era Motta o sobrenome da professora do ano anterior.kkk), a gente foi na aula de música do Hermes e tinha pegada pretinha no caminho?

-Nossa Gi, eram então do coelho da Páscoa no ano passado!

Sem se abalar respondeu:

-Mas eu acho que foi a Aline que fez! Não era de coelho não!

– Por que você acha que foi a Aline?

-Ah, mãe…eu acho que a Aline mentiu e fez de tinta!Eu acho que ela fez tudo pintinha preta pra gente pensar que era do coelho!

-E porque você acha que pintinha preta não era a pegada do Coelho da Páscoa Gi?

-Ah mãe…se fosse do coelho mesmo, eu acho que a pegada tinha que ser branca! Rs***

Como podemos perder momentos com nossos filhos?

Um diálogo tão simples, mas ao mesmo tempo, tão profundo!O amor, a verdade são gratificantes em nossa vida! Não tiremos nosso olhar dos nossos filhos! Direcionemos nossas crianças em busca do amor! E agradeça ao “Sr. Coelho da Páscoa”, por abrir mais esta oportunidade para falar de amor com seu filho!

Deixo aqui a sugestão do vídeo sobre paixão de Cristo para crianças!É lindo ! (A história da Páscoa contada e encenada por crianças (5:17min). Você também vai chorar de emoção!

Feliz Páscoa a todos! Com carinho, Cê.modaestilo (3)

Educar para a conectividade. Por Rosana R.E.Silveira/ Coach Life

Olá! Trago hoje uma história que demanda humildade para leitura e entendimento.

Falo isso porque as gerações de 60 e 70 foram criadas de forma muito egoísta e a duras penas tiveram que aprender que melhorar para si e para o outro, compartilhar não é perder e sim ganhar. Enfim, espero que gostem.

Esta é a história de um fazendeiro bem sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu “Milho gigante” da feira de agricultura do município. Entrava com seu milho na feira e saia com a faixa azul recobrindo seu peito. E o seu milho era cada vez melhor.

Numa dessas ocasiões, um repórter de jornal, ao abordá-lo após a tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar seu qualificado produto.

O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho gigante com os vizinhos. “Como pode o senhor compartilhar sua semente com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu a cada ano?”

O fazendeiro pensou num instante, e respondeu: – “Você não sabe? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom.”

Ele era atento às conectividades da vida.

O milho dele não poderia ser melhor se o milho do vizinho também não tivesse a qualidade aumentada. Assim é também em outras dimensões de nossa vida.

Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem ser felizes tem que ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem estar de cada um está ligado ao bem estar de todos.

O bem gera o bem.

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