“A influência das atitudes dos pais na vida escolar dos filhos” Por Julio Augusto Veiga/ Educador de matemática e física

A grande questão que ainda preocupa os pais continua a mesma, apesar da passagem dos tempos: “Como fazer para meu filho estudar?”, “Como despertar nele o gosto pelos estudos?”, “Como convencê-lo de que isso é de crucial importância para sua vida presente e a futura?”

Em primeiro lugar, tudo deve começar a partir da infância, pois é em tenra idade, que os filhos possuem uma tendência natural em imitar as atitudes dos mais velhos, em especial a dos pais.

É a partir dessa idade, que algumas atitudes devem ser transmitidas para as crianças, pois elas as absorverão com mais facilidade.

Se no dia-a-dia, os pais não lêem, não estudam e não frequentam ambientes e atividades culturais, não adianta querer que as crianças cresçam valorizando tudo isso, como num passe de mágica.

Muito do comportamento dos pais, irá se refletir no dos filhos, em especial na infância, fase da vida em que as crianças os vêem como heróis e seres infalíveis.

Caso os estudos e a cultura estejam em segundo plano na vida do casal, também estarão na dos filhos.

Portanto, tenham o hábito da leitura, acompanhem a vida escolar das crianças com interesse e afinco, vejam bons filmes e participem juntos de programas culturais.

Habitue-se a perguntar diariamente, o que seu filho viu na escola e o que aprendeu de novo. Ajude-o na realização dos deveres escolares e esteja sempre em contacto com o colégio, a fim de acompanhar seu aprendizado.

Não adianta querer fazer com que eles estudem e sejam bons alunos, quando eles já forem adolescentes, fase particularmente difícil, na qual outros fatores entram em jogo. Se os valores não começaram na infância, não será na puberdade que os pais conseguirão passar aos filhos a importância e o gosto pelos estudos.

Quanto mais cedo, esse processo for iniciado, melhores resultados serão obtidos.

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O grande vilão. Por Julio Augusto Veiga/ Educador Matemática- Física

Se você acha que a matemática e a física são bichos-de-sete-cabeças e algo incompreensível para a maioria dos mortais, você está equivocado!

Os números são parte constante no cotidiano de todas as pessoas e é praticamente impossível não lidar com eles pelo menos uma vez ao dia e todos os dias. Eles estão na lista do supermercado, na agenda de contatos do telefone celular, nos preços, taxas, ou seja, em tudo.

Fato é que a maioria das pessoas não tem problema ao manusear os números. É ao ingressar na escola que tudo acaba se complicando. A matemática e, posteriormente, a física, tornam-se os grandes vilões dos alunos e as responsáveis por muitas reprovações, tanto no ensino fundamental quanto no médio.

Muitos pais ficam desesperados ao verem o ano escolar de seus filhos naufragar, por causa dessas disciplinas e mais ainda, por não poderem ajudar em quase nada, pois nem sequer sabem como.

Entretanto, eu digo e reafirmo: essas matérias são perfeitamente compreensíveis se bem ministradas e contextualizadas no cotidiano dos alunos.

O grande vilão, na verdade, dessa estória é querer deixar para salvar e recuperar tudo num passe de mágica – todo um trabalho que não foi bem assimilado ao longo do ano escolar.

De pronto, é claro, um bom acompanhamento de um professor particular se faz necessário assim que o aluno começar a apresentar as primeiras dificuldades e entraves. Por isso, não espere e não deixe para depois! Entre em contato com um professor particular.

No entanto, saber acolher e trabalhar as dificuldades dos filhos no cotidiano é de suma importância para o fortalecimento do processo de aprendizado. Nesse sentido, estarei aqui para trazer algumas boas dicas para o sucesso nesse processo.

Até a próxima!

Julio Augusto Veiga

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Colaborador Educador Matemática- Física / Julio Augusto

Olá, pessoal! Eu me chamo Julio Augusto e sou formado em engenharia mecânica pela Escola de Engenharia de Piracicaba, na turma de 1996. Ao terminar meu bacharelado em engenharia mecânica, até que tentei ingressar na área, participando de algumas dinâmicas de grupo em empresas, porém logo vi que aquilo não me interessava muito. Foi assim que abracei de vez minha paixão: lecionar física e matemática – atividade que exerço desde a minha adolescência. Lecionei como professor substituto e eventual em algumas escolas de Piracicaba, tais como “Carolina Mendes Thame”, “Samuel de Castro Neves” etc. e continuei com as aulas particulares de física e matemática em casa. No ano de 2002, fui para São Paulo frequentar o curso de licenciatura em Física na Universidade de São Paulo. Lá tomei contato com a disciplina de Cálculo Vetorial. Foi a partir daí que meu interesse pelas Ciências Exatas ficou ainda mais forte. Inclusive, fui autodidata nessa disciplina e acabei me tornando um especialista na área – o que me levou a frequentar o curso de mestrado em Física na Unesp – Rio Claro. Nos finais de semana, quando retornava a Piracicaba, arranjei um “bico” como professor de matemática e física numa escola especializada no auxílio de alunos. Seu nome era “Núcleo Alves Couto” e se localizava na Vila Monteiro. Fiquei lá de 2011 a 2013, quando regressei definitivamente à Piracicaba e prossegui meus trabalhos como professor particular. Atualmente, além de trabalhar como professor particular (lecionando em casa, nas casas dos alunos ou via “Skype”), ministro aulas na escola “Tutores”, localizada no Bairro Alto.

Meu objetivo aqui no blog é auxiliar pais e alunos com dificuldades (ou não) nas disciplinas de matemática e física a entenderem que tais matérias não são nenhum “bicho de sete cabeças” e que as mesmas estão muito mais presentes no nosso cotidiano do que imaginam.

Até o próximo texto!

Julio Augusto Veiga

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