Acessibilidade!!! Como adaptar minha casa a um PNE?! Por Bianca Candelária/ Arquiteta

PNE? O que é isso, Bianca? PNE é a sigla para Portador de Necessidades Especiais. Pode-se dizer também PCD – Pessoa Com Deficiência. Eu, particularmente prefiro o primeiro termo. Mas que necessidades tão especiais são essas que precisam de adaptação em nossas casas?

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É considerado PNE toda e qualquer pessoa que possua uma restrição, seja ela permanente ou provisória, como por exemplo, deficiências de locomoção, visual, auditiva ou intelectual. Assim uma pessoa que precise utilizar cadeira de rodas, andadores, bengalas, possuem nenhuma ou pouca visão, nenhuma ou pouca audição, necessitam de adaptações físicas nos ambientes em que moram ou transitam para torna-los mais seguros para eles.

Todos nós podemos ser um PNE por algum período de tempo. Ao quebrarmos uma perna, ao envelhecer e nos tornar lindos e alegres idosos, após uma cirurgia de olhos, etc. Não é um mundo tão distante ou impossível para nenhum de nós. Então vamos olhar com mais carinho para estas necessidades.

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Os principais elementos a serem criados são:

– Rampas de acesso para vencer desníveis. Seja alto ou baixo, um cadeirante precisa conseguir transpor este obstáculo, sem a ajuda de uma segunda pessoa. Precisamos dar a ele liberdade de ir e vir com independência.

– Largura das Portas e circulações. Utilizando o mesmo princípio anterior, uma cadeira de rodas possui maior largura do que uma pessoa de pé, precisando assim de uma largura maior para passagem de um cômodo para o outro.

– Barras de apoio. Estas deverão ser utilizadas não só em banheiros e chuveiros, mas também em circulações.

Acessibilidade

– Piso tátil. São placas de piso com sinais em relevo que indicam o caminho para os portadores de restrições visuais.

 

Para cada Deficiência, há uma necessidade especial. Precisamos pensar que o mundo para o PNE possui muito mais obstáculos do que para qualquer outra pessoa. A NBR que Normatiza todas estas adaptações é a NBR 9050. Nela você vai encontrar todos os itens de segurança e acessibilidade para cada restrição. Deixo um link para facilitar a consulta, http://www.ufpb.br/cia/contents/manuais/abnt-nbr9050-edicao-2015.pdf , qualquer dúvida, consulte seu arquiteto favorito, ele está apto a adaptar seu imóvel e desenvolver soluções para cada necessidade.

 

Gostou? Curte aqui embaixo, deixe seu comentário, suas dúvidas, nos escreva!! Participe, e até o próximo post sem frescura 😉

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Você se sente distante de seu filho? Que tal usar o jogo como forma de aproximação?! Por Rosana R. E. Silveira

Muitas vezes, nós pais, sentimos que estamos distantes dos filhos ou netos e queremos encontrar uma forma de aproximação que seja leve, atrativa para eles.

Você sabia que durante um jogo a criança se revela? Que durante o jogo ela se empodera ou se reprimi? Que durante o jogo conhecemos os limites e possibilidades da inteligência emocional da criança? E muito mais…. As possibilidades de aproximação entre pais e filhos, avós e netos são infinitas numa atividade lúdica, num jogo.

Investir num momento de jogo com a criança é fundamental para conquistarmos uma relação que ficou estremecida, contarmos um fato não muito agradável, sentirmos o que está acontecendo com a criança.

Ao longo da jogada, a criança observa suas reações e as imprimi em valores também, por isso ele também é elemento educativo. Jogar pressupõe superação, esperar a vez do outro, pensar estrategicamente, inovar, criar, ousar, empreender. E de fato sabemos que a criança aprende pelo modelo.

Quando pensamos que “é apenas um jogo” nos enganamos. É um rico processo de aprendizagem para pais e filhos, avós e netos.

Muitas vezes a criança quer jogar um único jogo porque sente segurança nele. Nada mal, mas é bom logo oferecer outro e não deixar de jogar este em que ela se sente confiante também.

A ideia de oferecer o novo é para que ela não tenha medo de enfrentar novos desafios.

Ao final do jogo, mais do que valorizar quem ganhou ou quem perdeu é fundamental refletir sobre o que levou a vitória e o que levou a derrota. É importante perder também. Enganam-se os pais e avós que pensam em deixar a criança ganhar para sentir-se empoderada.

Construir pessoas protagonistas, dentre tantas outras ações, está a resiliência, ou seja, como lidar com a derrota e dar a volta por cima.

Viver a resiliência desde cedo amadurece para enfrentar as possíveis frustrações da vida como amizades desencontradas, notas baixas na escola e futuramente a negativa em processos seletivos para estágios ou empregos.

Se voce tem uma história de jogo que tenha vivenciado conta aqui . Nos conta como se sentiu em ambas situações! Afinal nem sempre ganhamos, não é?!

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